O espetáculo Quidam, do Cirque du Soleil, estreou na semana passada aqui em Porto Alegre. Eu, que já estava ansioso há tempos para assistir, tive a sorte de fotografar a produção. Sim! Foi uma surpresa e uma aventura. Em primeiro lugar, eu não sou fotógrafo. Quem faria as fotos é uma amiga, mas não foi possível o credenciamento dela para o dia. Em segundo, não tenho um bom equipamento para esse tipo de ensaio. Quando eu soube que teria acesso ao espetáculo foi uma correria para conseguir uma câmera profissional emprestada e um desespero para regular. Questão de duas horas para acertar tudo! Encarei e fui, feliz e belo ao lado de fotógrafos experientes com suas super lentes. Eu e toda minha cara de pau.

Mas gente, o Cirque está entre as coisas mais complicadas de fotografar do mundo. É sério! “Não tá fácil pra ninguém!”, resmungava um colega. O ambiente é muito escuro, você não pode fazer alguns movimentos, não pode usar flash, sequer conferir as imagens para ver se tá acertando. Não é um trabalho fácil. No intervalo do espetáculo, quando fui conferir o que eu estava conseguindo, só me restou rir. Acho que foram as piores fotos que já fiz na vida (sim já fiz outras, inclusive do Cirque du Soleil, você pode vê-las aqui). Mas aquelas nem posso chamar de “foto”. Eu não sabia mais como regular o equipamento, ele tava quase explodindo! Daí encontrei a queridona Gabriela di Bella, que trabalha no Jornal do Comércio, e que me deu uma super ajuda. É só por isso que tenho algumas imagens para vocês, são do segundo ato de Quidam. Pode até ter sido sorte, mas elas expressam mesmo a minha visão do espetáculo: sombrio, pontuado e intenso. Prometo escrever sobre o show e postar aqui também. Agora confere alguns cliques. De um amador, porém apaixonado por circo, para vocês queridos leitores.

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